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Dano Zero – Conheça nosso plano de oito etapas rumo à descarbonização de operações

O mundo está se aproximando do final da era dos combustíveis fósseis. Com o fim do uso em larga escala de combustíveis como petróleo e […]

Dano Zero - conheça nosso plano de oito etapas rumo à descarbonização de operações
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16/09/2022 às 07:00
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O mundo está se aproximando do final da era dos combustíveis fósseis. Com o fim do uso em larga escala de combustíveis como petróleo e gás, estamos entrando no que alguns legisladores chamaram de “Década das Renováveis”, com uma explosão prevista na construção de parques solares e eólicos nos próximos anos. 

Enquanto isso, as empresas que consomem dois em cada três elétrons das redes elétricas do planeta estão em uma corrida para descarbonizar suas operações. O Santo Graal para muitas empresas é o ‘dano zero’, um estado em que os gases causadores do efeito estufa das atividades em sua cadeia de valor não têm impacto líquido no clima. 

De acordo com o Net Zero Tracker, que utiliza dados compilados por uma equipe de organizações sem fins lucrativos e acadêmicos, quase 700 das 2.000 maiores empresas de capital aberto do mundo se comprometeram com uma estratégia de dano zero em uma das três categorias associadas às operações comerciais.

 

Qual é a importância das edificações Net Zero?

 

No topo da lista de descarbonização de muitas empresas estão os escritórios, fábricas e galpões que têm como cenários de produtividade as suas instalações. Este é um bom ponto de partida. 

Ao longo de seu ciclo de vida, edificações são a fonte de cerca de 40% do consumo total de energia do planeta e 36% das emissões globais de gases de efeito estufa provenientes do uso desta energia.

A maioria das empresas quer agir de forma rápida e decisiva nessa questão, porque a pressão pela descarbonização vem de várias frentes. 

No curto prazo, as empresas enfrentam requisitos onerosos de transparência, como novas regras da Comissão do Mercado de Valores dos Estados Unidos (SEC) para a apresentação de relatórios ambientais, sociais e de governança (ESG) e a divulgação de informações sobre o clima. 

A pressão legislativa não será mais leve: a maioria dos países aprovou ou está considerando aprovar leis de eficiência energética mais rigorosas. Consumidores e acionistas também estão se tornando mais inflexíveis quanto à descarbonização das empresas.

A marca de uma empresa é um fator importante que impulsiona a decisão de buscar emissões de dano zero”, afirma Leigh-Golding DeSantis, Diretor Executivo de Produtos e Soluções de Sustentabilidade da Johnson Controls. “Há muitas evidências de que os consumidores estão dispostos a gastar mais se uma empresa ou produto estiver alinhado com seus valores”, conclui DeSantis.

 

Alcançar o dano zero não é um caminho fácil

 

No entanto, o caminho rumo ao dano zero está longe de ser simples. Para começar, não há uma abordagem única para eliminar as emissões de CO2 de um portfólio imobiliário. As metas de descarbonização variam de acordo com o tamanho, ambição e linha de negócios da empresa. 

Algumas multinacionais conscientes dos desejos do consumidor, adquiriram, anteriormente, direitos de emissão de carbono para alcançar a neutralidade de carbono, e agora estão explorando a possibilidade de chegar ao dano zero. Outros fabricantes especializados se comprometeram com metas baseadas na ciência para suas fábricas em resposta às demandas dos acionistas. 

Além disso, muitos fundos de investimento imobiliário (REITs) se comprometeram a construir edificações dano zero que irão impactar em todas as vertentes da sua instalação..

O caminho para a descarbonização é longo e sinuoso. De acordo com um estudo desenvolvido pela Johnson Controls, em parceria com a Forrester Consulting:

  • Muitas empresas estão tendo dificuldade em traçar suas metas de dano zero ou não têm certeza das etapas necessárias para alcançá-las.

  • As companhias mais propensas a atingir as metas de dano zero e crescer entendem que a sustentabilidade não é uma obrigação, mas o futuro dos negócios. Como resultado, elas terão uma vantagem competitiva.

  • Embora a oportunidade de negócios sustentáveis varie de empresa para empresa, as mais bem-sucedidas e comprometidas com a sustentabilidade têm algo em comum: uma liderança forte e parceiros estratégicos.

Se as empresas quiserem impulsionar a eficiência energética e reduzir as emissões de carbono de suas edificações de forma permanente e que cause um impacto real, elas precisarão definir metas claras, realizar investimentos estáveis ​​de longo prazo e buscar parcerias fortes.

 

Para atingir o dano zero é preciso investir mais em serviços especializados 

 

Felizmente, muitas empresas estão começando a fazer exatamente isso, o que é um bom presságio para o alcance de suas metas de dano zero. 

Por exemplo, muitas grandes empresas estão se afastando de estratégias de sustentabilidade baseadas em comércio de compensação, como os Certificados de Energia Renovável (REC), e estão adotando investimentos em serviços de fornecedores especializados.

As empresas terão que agir com cuidado. Há legiões de consultores e fornecedores de software alegando poder ajudar as empresas a se descarbonizarem em áreas específicas, mas poucos oferecem roteiros totalmente desenvolvidos e testados para alcançar o dano zero. 

Além disso, deixa de lado a oferta de estratégias comprovadas que podem atingir todas as metas de dano zero e de energia renovável de uma empresa, ao mesmo tempo em que aumentam o desempenho de uma edificação e reduzem seus custos.

Entretanto, a Johnson Controls, que vem tornando as edificações mais inteligentes desde 1885, oferece exatamente isso. 

Apresentamos um plano de oito etapas para instalações dano zero que aproveita sua liderança de setor sobre o assessoramento em neutralidade de carbono, oferece tecnologia de ponta e entrega de soluções prontas a partir de uma única fonte para colocar as empresas no caminho da descarbonização em larga escala e da adoção de energias renováveis.

“As empresas também estão tentando se antecipar à pressão”, diz DeSantis. “E estamos dispostos e preparados para assumir a liderança e os riscos de reduzir as emissões de carbono que vêm de todas as áreas do portfólio de edificações de uma empresa”, conclui.

Estas são as oito etapas do modelo ‘As-a-Service’ (como serviço) da Johnson Controls, que oferece às empresas resultados garantidos e modelos de gestão de risco para cumprir seus compromissos de redução de emissões, levando à edificações, pessoas, espaços e um planeta mais saudáveis:

 

Conheça as 8 etapas para alcançar o dano zero com a Johnson Controls!

 

Etapa 1 – Estabelecimento de metas e serviços de consultoria

Regulamentações, incentivos e inovações estão em constante mudança, deixando muitas empresas com dificuldades em descobrir como começar a se descarbonizar. A Johnson Controls trabalha em todos os âmbitos do ambiente das instalações e está preparada para aconselhar sobre todas as tendências, mudanças políticas e requisitos de conformidade. 

Podemos criar roteiros sob medida para as empresas, independentemente de ainda não terem iniciado sua jornada ou estarem perdidas ou inseguras sobre seu destino.

Muitas empresas começam do zero. “Muitas vezes, a Etapa 1 marca a entrada de uma empresa no campo mais amplo da própria sustentabilidade”, explica Dan Svejnar, Vice- Presidente de Renovação Energética e Sustentabilidade da Johnson Controls. 

Metas tiradas do nada tendem a ser irreais. O estudo global realizado pela Johnson Controls em colaboração com a Forrester, revelou empresas que carecem de software para elaboração de relatórios ou que enfrentam desafios consideráveis em ampliar suas metas de sustentabilidade estabelecidas sem um plano detalhado.

As metas vagas também correm o risco de serem pouco ambiciosas. O mesmo estudo concluiu que as empresas comprometidas com a sustentabilidade tendem a ter metas de redução de carbono mais agressivas do que as empresas correlatas menos comprometidas. 

Quase metade (47%) dos entrevistados do mesmo nicho das empresas alinhadas com a sustentabilidade disseram que a sua organização tem metas de redução de carbono de 50% ou mais, enquanto apenas 36% dos entrevistados das empresas “com aspirações sobre atingir o dano zero” disseram o mesmo.

A etapa 1 oferece às empresas um começo claro. “Realizamos avaliações, práticas recomendadas, roteiros e benchmarks para empresas, ajudando-as a determinar suas metas alcançáveis”, disse Ali Badreddine, Vice-Presidente de Projetos da Região APAC Enterprise.

Muitos roteiros começam com um inventário detalhado de gases de efeito estufa, que divide as emissões de uma empresa pelos Escopos 1, 2 e 3. Isso fornece uma visão panorâmica em toda a empresa, e permite aprofundar informações sobre suas emissões relacionadas às edificações. 

As empresas podem achar que é relativamente fácil reduzir as emissões de Carbono do Escopo 1 de certas instalações, mas as emissões do Escopo 2 – como as de COprocedentes da energia e o vapor que compram – são uma questão mais complicada.

A Johnson Controls pode trabalhar com empresas, seja no atingimento de emissões dano zero para seu portfólio de edificações ou em toda sua cadeia de valor, explica DeSantis. Em ambos os cenários, a Johnson Controls presidirá o elemento das instalações e trabalhará ao lado de parceiros reconhecidos globalmente em outros elementos da cadeia de valor.

 

Etapa 2 – Ambientes seguros e saudáveis fazem parte do dano zero

 

A segunda etapa da jornada é crucial, mas regularmente negligenciada por muitos fornecedores: equilibrar as estratégias de edificações dano zero às iniciativas saudáveis.

À medida que trabalhamos para descarbonizar e tornar as edificações sustentáveis, não devemos sacrificar, ao mesmo tempo, os ocupantes das edificações”, explica Tim Bakker, Diretor de Desenvolvimento de Negócios e Infraestrutura de Desempenho “As a Service” da Johnson Controls. “Temos que implementar ambientes seguros, protegidos e saudáveis“, conclui.

Isso requer um planejamento antecipado para a descarbonização das operações e, ao mesmo tempo, priorizar a saúde e a segurança do espaço de uma edificação e de seus ocupantes. 

Por exemplo, a Johnson Controls pode implementar uma tecnologia que otimiza a qualidade e ventilação do ar interno, fortalece os sistemas e estratégias de segurança cibernética e contra incêndio, enquanto melhora a conformidade com os códigos da edificação.

DeSantis explica que uma estratégia, para melhorar a saúde e o bem-estar dos ocupantes de uma edificação, pode levar a um aumento no consumo de energia da estrutura. Isso pode exigir uma nova estratégia para permanecer no caminho certo para atingir as metas de dano zero. 

Uma edificação não é algo estático“, diz DeSantis. “Temos a tecnologia e a experiência para garantir que as empresas não tenham que escolher entre a descarbonização, o desempenho das instalações e a saúde e o bem-estar de seus ocupantes”, acrescenta. “Eles podem obter todas as três coisas”, finaliza DeSantis.

 

Etapa 3 – Ambientes habilitados digitalmente

 

A tecnologia é uma excelente aliada para a descarbonização. Na Etapa 3, a Johnson Controls implementou ambientes totalmente habilitados digitalmente que impulsionam a eficiência energética e reduzem as emissões de gases de efeito estufa. 

Isso inclui: sistemas de informação de gestão de energia; aquisição de dados otimizada; tomada de decisão orientada por dados aproveitando a análise preditiva; modelos digitais para planejamento e avaliação de cenários; e dashboards de descarbonização transparentes e rastreáveis. 

Esses ambientes informam as empresas sobre como suas edificações adquirem e utilizam a energia e permitem que vejam se estão atingindo as metas que estabeleceram para si mesmas”, diz Bakker.

Por exemplo, a Johnson Controls pode projetar e implementar tudo, desde o software aprimorado por inteligência artificial (IA) que produz insights acionáveis ​​a partir dos dados gerados pela central de utilidades de uma edificação, até os dashboards e análises inteligentes que permitem aos gerentes de instalações monitorar, medir e reportar as emissões em tempo real.

 

Etapa 4 – Ter uma infraestrutura eficiente é fundamental para o dano zero

 

Quer as empresas estejam planejando novas construções ou modernizando edificações mais antigas, a Johnson Controls pode ajudá-las a aproveitar a infraestrutura eficiente, especialmente quando se trata de equipamentos de uso intensivo de energia. 

Isso pode incluir chillers de última geração, bombas de calor com eficiência energética e torres de resfriamento de design complexo. “Esta etapa trata da aplicação de medidas de conservação de energia por meio da infraestrutura”, diz Svejnar. 

Da mesma forma, explica que a unidade de Desempenho de Infraestrutura da Johnson Controls é quem supervisiona essa etapa, lançando as bases para as fases subsequentes. Existem metas óbvias para reduzir as emissões do Escopo 1, como as caldeiras de gás natural de uma empresa ou as perdas de gás refrigerante dos sistemas HVAC. 

DeSantis diz que as empresas podem substituir facilmente essas caldeiras por bombas de calor ultraeficientes, consertar chillers com vazamento e usar gases refrigerantes de baixo GWP, como a hidrofluorolefina.

O plano de infraestrutura eficiente é dividido em várias seções: programas de economia e eficiência energética baseados em resultados; resoluções de manutenção diferida; resiliência da infraestrutura; gestão de energia do portfólio; gestão de resíduos e conservação da água.

Os primeiros quatro passos são o plano estratégico para atingir o dano zero; o caminho para chegar lá”, diz Bakker. “Agora é a hora de implementar operações sustentáveis, conclui.”

 

Etapa 5 – Operações sustentáveis

 

O programa de oito etapas não é uma abordagem do tipo “definir e esquecer”. A Johnson Controls busca implementar operações sustentáveis para garantir que os benefícios da infraestrutura ultraeficiente e dos ambientes habilitados digitalmente sejam incorporados à vida útil de uma edificação. 

Suas ofertas podem incluir o desenvolvimento de um plano de gerenciamento de operações de descarbonização contínua, treinamento ou contratação de especialistas em sustentabilidade e emprego de manutenção preditiva baseada em condições.

Vimos muitas instalações onde você passa por um intenso programa de melhoria de capital, e a edificação se torna o mais eficiente possível do ponto de vista dos sistemas e, com o tempo, perde essa eficiência devido a operações inadequadas ou à falta de planejamento das renovações de ciclo de vida e melhorias contínuas”, diz Bakker.

As operações sustentáveis aproveitam as plataformas baseadas em nuvem que formam um ciclo de feedback 24 horas por dia, 7 dias por semana. 

O software identifica continuamente eficiências operacionais adicionais e economia de energia dos ativos de uso intensivo em uma edificação, liberando assim, os técnicos e gerentes de instalações para se concentrarem em outras prioridades.

“É quando começamos a extrair a eficiência da nova caldeira ou chiller para garantir que o cliente consuma menos eletricidade”, diz Svejnar. “Eles verão uma diferença real em sua conta e no consumo de energia”.

O software baseado em nuvem também proporciona ferramentas de detecção e diagnóstico de falhas (FDD), que utiliza manutenção preditiva para manter as empresas informadas sobre o que seus ativos estão fazendo. 

Ao monitorar de perto as tendências e os diagnósticos disponíveis, os clientes podem planejar ações corretivas antes que ocorra algum problema. Isso elimina os custos desnecessários de inspeção e manutenção, bem como o tempo de pausas não-programadas.

 

Etapa 6 – Precisamos de recursos energéticos distribuídos para chegar ao dano zero

 

Nesta etapa, as empresas devem ter à sua disposição uma edificação eficiente, habilitada digitalmente, operada e mantida de forma sustentável. Svejnar oferece uma analogia para as etapas de um a cinco. 

O cliente ‘está mais leve‘”, diz ele, referindo-se ao trabalho dentro da instalação para aumentar a eficiência energética de uma estrutura e colocá-la em uma base mais sustentável.

Ele explica que a Johnson Controls pode ajudar as empresas a projetar, construir e operar seus próprios ativos de geração de energia renovável distribuída, que podem reduzir ou substituir a energia que consomem da rede por eletricidade com zero emissões de carbono. 

Por exemplo, várias empresas podem optar por instalar painéis solares e armazenamento de energia baseado em baterias em suas próprias edificações. 

A Johnson Controls também pode fornecer serviços interativos de rede e ajudar a estruturar e executar Contratos de Compra de Energia (PPAs) que permitirão às empresas vender o excesso de geração de energia renovável para a rede.

Às vezes, instalamos a carga de veículos elétricos (VE) para transporte, o que pode reduzir as emissões de Escopo 3 de uma empresa e impulsionar ainda mais a jornada de descarbonização rumo ao dano zero no local”, diz Bakker.

 

Etapa 7 – Serviços de fornecimento de energia renovável

 

Algumas empresas não podem utilizar a geração de energia distribuída devido à localização ou ao projeto de sua edificação. Mas ainda podem empregar os serviços de fornecimento de energia renovável da Johnson Controls para descarbonizar seu consumo de eletricidade.

Isso pode incluir a compra de Certificados de Energia Renovável (RECs) da rede, a criação de PPAs de longo prazo e virtuais com empresas de serviços públicos que fornecem energia renovável ou sua comercialização no mercado atacadista de eletricidade.

Muitas vezes vemos os clientes começarem aqui, porque eles olham para suas metas dano zero ou de descarbonização, e a primeira coisa que fazem é comprar o máximo de energia descarbonizada possível para apoiar suas operações”, diz Bakker. “E nós não desencorajamos isso“, acrescenta.

A rede não é 100% ecológica, mas há uma geração na rede que é”, diz Svejnar. “As empresas podem aproveitar isso para chegar ao dano zero”, acrescenta. “Trata-se de dar às empresas a capacidade de adquirir eletricidade de forma sustentável“. 

Bakker afirma: “As empresas podem reduzir as emissões do Escopo 2 da energia que compram como uma iniciativa do lado da oferta”.

 

Etapa 8 – Relatórios e reconhecimentos contínuos 

 

Chegou a hora de as empresas fazerem um balanço e reconhecerem formalmente os progressos que realizaram no caminho rumo ao dano zero. 

Quando os clientes chegam a esse ponto, eles têm os dados necessários para serem certificados pelos órgãos terceiros relevantes”, diz Svejnar.

Durante esta etapa, a Johnson Controls proporciona dashboards de descarbonização transparentes e rastreáveis, contabilidade e relatórios; ajuda com as relações públicas e com as comunicações da marca e oferece uma facilitação de certificados líder do setor. 

Depois, eles podem apresentar os certificados aos seus stakeholders, sejam eles consumidores, acionistas ou estudantes”, diz Svejnar.

 

O dano zero é urgente pois o tempo está se esgotando…

 

O plano de oito etapas é o caminho comprovado para guiar as empresas em direção ao dano zero. Proporciona soluções de ganho que aumentam inerentemente a recompensa das instalações enquanto reduz os riscos ao máximo possível.

Oferece conformidade regulatória e ajuda as empresas a evitar multas custosas, auxiliando nas decisões iniciais de capital e assumindo o risco e a responsabilidade pelo projeto e pela construção.

A Johnson Controls pode se apropriar das metas e relatórios de descarbonização das empresas, garantindo que elas paguem pelos resultados esperados e não pelos ativos.

As estruturas de negociação da Johnson Controls são flexíveis e se adaptam às necessidades das empresas. Além de incluir opções para modelos simples por meio de uma taxa fixa.

Mas o tempo está se esgotando: o estudo da Johnson Controls e Forrester Consulting revelou que a data estipulada para atingir as metas de dano zero é 2024. Se as empresas querem edificações com emissões mais baixas, funcionamento mais fluido e maior valor até lá, precisam ter estratégias comprovadas e parceiros confiáveis agora.

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